Game of Thrones versão cartoon
Já pensou como seriam os personagens de Game of Thrones se os livros virassem desenho animado? Pois o ilustrador Txe ???? pensou, e colocou tudo no Facebook.
Já pensou como seriam os personagens de Game of Thrones se os livros virassem desenho animado? Pois o ilustrador Txe ???? pensou, e colocou tudo no Facebook.
Esse filme é daqueles que eu até queria assistir no cinema, mas enrolei, enrolei… e quanto eu vi, já tinha saído de cartaz há séculos.
Super 8 (Super 8, 2011) é mais um filme de alienígena, um tema que não é exatamente um dos meus preferidos.
Um grupo de garotos está filmando uma produção caseira de madrugada quando presenciam um acidente gravíssimo de trem. A presença do exército no local e o sigilo sobre a carga só deixa todo mundo mais curioso ainda. Por acaso, a câmera estava ligada e acabou filmando uma criatura esquisita saindo de um dos vagões, um alienígena que vai destruir toda a cidade, tocar terror na população e aquilo de sempre.
Nem sei porque eu tô dando a sinopse, se você pisou numa sala de cinema em 2011 sabe do que eu tô falando.
É um filme legal, uma história bacana, mas mesmo assim eu confesso que eu assisti só pra dizer “ah, já assisti”.

Às vezes não dá, sabe? Você baixa um filme porque leu aquela crítica excelente sobre ele, e o filme é uma bosta. Ou ele estava listado como comédia e na verdade é um drama europeu profundo (profundamente chato). Como eu não estou ficando mais nova a cada segundo que passa, largo pela metade mesmo. E foi tanto filme ultimamente que quase rola uma retrospectiva no blog. Praticamente um Framboesa de Ouro particular.
Eu acompanho vários seriados. Muitos. Até demais, eu diria. E existem milhões de ferramentas pra você saber quais episódios já assistiu e não se perder. Estas são as que eu uso.
Todo dia eu dou uma olhada no CAT, um calendário online onde você marca todas as séries que acompanha. Dá pra sinalizar quais episódios você já assistiu, o que é bem legal quando sai um monte de episódio de uma vez.
E tem o organgotag que eu já passei muito tempo lá marcando o que eu tinha acabo de assistir, mas agora o meu perfil anda extremamente desatualizado. Ele é meio que uma rede social de pessoas que acompanham séries, você pode adicionar amigos, ver pessoas com o mesmo gosto e pans (mas se você for usar o orangotag, pelo amor de tudo o que há de mais sagrado no mundo, desabiliite as notificações do twitter pra quando você assiste um pepisódio novo que é muito chato!).
Até agora tenho dado conta de não perder nada com esses dois sites juntos.
Enquanto a gente derrete com esse calor maldito aqui no Brasil, lá no hemisfério norte é inverno (cê jura?). Por isso a artista Hanie Mohd deu um up no guarda-roupa das nossas heroínas e vilãs preferidas.
Eu tinha lido algumas críticas dizendo que Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids, 2011) era a melhor comédia do ano, e fui toda animada assistir… bom, precisa ver esse conceito de melhor comédia aí hein? Que bosta de filme.
Na real, o que acontece é que tá cheio de blog pago pra falar bem de filmes, livros, produtos que são um lixo. E não dá mais pra confiar na opinião de quem paga as contas com o blog, simples assim.
Quer dizer, a história em si é ok: Annie é uma fracassada em todos os aspectos, e o filme começa com ela numa trepada ruim pra ilustrar bem isso. A melhor amiga de infância dela vai se casar e ela vai ser madrinha (o que já deixa ela deprimida), mas a noiva tem uma nova amiga linda, rica e mimada, e as duas vão competir pra ver quem é a melhor dama de honra. As outras madrinhas são uma gorda meio masculinizada, uma quarentona com três filhos que só reclama, e uma recém casada toda certinha – as três sem um pingo de graça.
Então sabe aquele filme que tem tudo pra ser muito divertido, e nego enfia vômito e diarréia no estilo filmes de menininho e fica um desastre? Pois é. Tem o Chris O’Dowd no elenco, mas acho nem isso salva.
Nessas horas eu fico tão contente por não ter pago R$ 16 pra sair de casa e assistir esse lixo. Pelo menos perdi apenas duas horas de vida.