Memepedia: a origem (mesmo) do “para nossa alegria”

Você colega que passa o dia inteiro pendurado nas redes sociais, já cansou do para nossa alegria a essa altura, certo?

Toda vez que eu ouço ou leio alguma referência ao meme fico pensando que se eu tivesse uma igreja botaria essa música pra tocar no culto só de fanfarronice (porque sempre tem os ignorantes que ao invés de prestar atenção na música iriam começar a se revoltar, enfim).

Aí que o G1 não teve preguiça de ir lá pesquisar a origem da música (eu tive). Ela se chama Galhos Secos e foi gravada pela Banda Exodos nos anos 70:

Boooring!

Mas o Catedral regravou a faixa nos anos 90, e é provavelmente por aí que ela ficou conhecida e foi parar no lar de Jehh e Suhh.

Bem melhorzinha né? Eu achei.

Eu acho muita graça porque tem muita gente que fica cantando a música por causa do meme, só porque é modinha, e nem se toca que é música gospel.

(eu tenho uma relação profunda de amor e ódio com música gospel, só não fiz um post sobre isso ainda porque é tão polêmico quanto mamilos)

Românticos Anônimos (Les Émotifs Anonymes)

Românticos Anônimos (Les Émotifs Anonymes) Era óbvio que eu iria me apaixonar por esse filme porque (1) é comédia romântica (2) é comédia romântica francesa e (3) envolve gastronomia.

Dito e feito.

Em Românticos Anônimos (Les Émotifs Anonymes, 2010) Angélique é uma chocolateira a procura de um novo emprego. Extremamente romântica, ela frequenta um grupo de apoio chamado emotivos anônimos para tentar melhorar. Ela começa a trabalhar na fábrica de chocolates de Jean-René, que de tão tímido mal consegue conversar com as pessoas, mas está fazendo psicanálise para tratar seu problema.

Ela começa a trabalhar como vendedora porque não é capaz de chegar pro chefe e dizer que na verdade é chocolateira. E ele a convida pra jantar como parte de um exercício proposto pelo psicanalista.

[ insira aqui o roteiro previsível e fofo de uma boa comédia romântica ]

E os chocolates? Muitos chocolates, chocolates por toda a parte. Coisa linda de se ver.

Marian Keyes – Tem Alguém Aí?

Só quando eu fiz a resenha sobre A Estrela Mais Brilhante do Céu (clique aqui para ler) é que eu percebi que ainda não tinha blogado sobre Tem Alguém Aí? da Marian Keyes.

Já adianto que é um daqueles livros que a gente precisa ler sem spoiler nenhum, pra não estragar a surpresa. Eu normalmente não leio nem a contracapa (que tem umas orelhas de livro que eu vou te dizer, entregam o melhor da história sem dó nem piedade), mas neste caso a melhor parte da leitura é descobrir a história aos poucos, mesmo.

Anna é uma das irmãs Walsh (que a gente já conhece de Melancia, Férias! e Los Angeles). Já se passaram vários anos desde que Claire foi abandonada pelo marido com um bebê em Melancia, e Anna agora está casada e trabalhando numa empresa de cosméticos em Nova York. Mas o livro começa com ela toda machucada na casa dos pais em Dublin e longe do seu marido Aidan. O que aconteceu com Anna? Onde está Aidan?

Eu demorei um tempão pra terminar de ler esse livro porque deixei ele de lado um pouco. A história é bem triste e eu cheguei a ficar mal em alguns pedaços. Isso não significa que não seja ótimo, como a maioria dos livros da Marian Keyes.

Marian Keyes – A Estrela Mais Brilhante do Céu

Novo livro da Marian Keyes, A Estrela Mais Brilhante do Céu Eu devorei o livro mais recente da Marian Keyes no final do ano passado, mas tinha esquecido de blogar sobre ele.

A Estrela Mais Brilhante do Céu é lindo, pra mim o livro mais “feliz” da autora até agora. Apesar de ter drama e personagens bem problemáticos, eu acho que é a primeira vez nas histórias da Marian que nenhum personagem tem problemas com drogas e precisa de rehab.

A história se passa num edifício residencial na Rua Star Street 66, e é narrada por um misterioso personagem que a gente não sabe muito bem se é um anjo ou um encosto, já que ninguém consegue vê-lo mas ele consegue sentir a energia de todos. No prédio temos um casal jovem aparentemente muito feliz, uma senhora de idade com um filho mala, uma quarentona preocupada com o namorado e uma taxista que divide o apartamento com dois estrangeiros. Todos os personagens estão ligados de alguma maneira ou vão se ligando ao longo da história.

O livro é delicioso, daqueles que a gente não consegue largar e quer ler só mais um pouquinho e quando se dá conta são 3h da manhã. Adorei.

O Homem do Futuro

Ai mais que delícia de filme! Gosto tanto de filme nacional quando é bom e não tem favela, ceis não tem noção. Comédia romântica com ficção científica, por que não fazem mais filmes assim e menos filmes sobre pobreza no Brasil?

Em O Homem do Futuro (O Homem do Futuro, 2011) o cientista Zero (interpretado por Wagner Moura) desenvolve uma máquina que seria capaz de gerar energia limpa para todo o país, mas sem querer ele descobre que ela é uma máquina do tempo que o manda 20 anos de volta no passado. Lá ele é capaz de consertar todos os erros de quando se apaixonou por Helena (interpretada por Alinne Moraes), sua paixão de faculdade que o humilhou na frente de todos.

Mas as coisas não dão muito certo – na verdade elas dão colossalmente errado – e ele precisa voltar ao passado e impedir seu eu paralelo de fazer besteira. E aí é aquela velha história de qualquer filme sobre viagem no tempo. Muito divertido, muito bem feito e uma fofura.

Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes)

Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes) Eu não gosto de macacos. E tenho um sério problema que é pegar birra de alguma coisa que muita gente fica comentando. Por isso eu demorei meses pra assistir Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes, 2011).

Will é um neurocientista brilhante, que está perto de encontrar a cura para o mal de Alzheimer. Quando ele pensa que os testes clínicos em chimpanzés são conclusivos, uma chimpanzé surta e sai quebrando tudo no laboratório. Mas o que acreditava-se ser efeito colateral do remédio é na verdade proteção, porque ela tem um bebê chimpanzé escondido na sua sela. Will adota o bebê, que se mostra mega inteligente por causa do medicamento – só que a busca pela cura de uma doença espalha um vírus mortal para humanos pelo planeta, mas que deixa os símios super inteligentes.

Eu até tinha me animado a assistir o clássico original, que eu pensei que fosse apenas um. Mas não, tem o planeta, a fuga, a conquista, a batalha, o chá com biscoitos… deos me livre, muito macaco pro meu gosto, deixa quieto.


Meus outros blogs

ovelha-negra.org condomínio de blogs da @kikaluthor