Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

Os Três Mosqueteiros era tão a cara desse novo Sherlock Holmes do Robert Downey Jr. que me deu vontade de assistir o segundo filme.

Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes: A Game of Shadows, 2011) é legal, é divertido, bem apropriadinho pra assistir em casa num feriado com uma tigela de pipoca.

Ranking de qualidade da Kika: se vale o ingresso do cinema é muito foda (tipo Os Vingadores, que eu assisti no feriado e fiz uma resenha coletiva lá no BadNerds). Se vale assistir em casa com uma tigela de pipoca é legal, mas não vale pagar o ingresso e principalmente enfrentar a coletividade humana numa sala de cinema compartilhada com outras pessoas. Aliás, quase nunca acho que vale a pena passar por essa tortura. É isso.

Neste segundo filme, Watson se casa e decide não ajudar mais Sherlock (que está cada vez mais maluco, e mais divertido – as cenas de camuflagem são as melhores). Mas o Professor Moriarty decide colocar a Europa em guerra e lá vai o Watson pra sua ~última~ missão. Fiquei feliz que teve gancho ali pra um terceiro filme viu, mesmo sendo meio improvável porque a gente prefere o Downey como Homem de Ferro S2

Momento de consumismo desesperado: gostei muito dos dois filmes mas ainda não comprei nenhum, então botei na wishlist esse box em blu-ray com os dois filmes. Não vou comprar agora mesmo, então sempre há a esperança de entrar em promoção. E como eu não sou blogayra de muóda, quando eu falo que botei alguma coisa na wishlist é de verdade mesmo, não é ~só~ pelo link de afiliado do Submarino hahaha…

Porém, se é pra assistir Sherlock Holmes eu ainda prefiro a série da BBC inglesa Sherlock, que é extremamente bem feita, tem um par de protagonistas ultra fofos e te faz querer chorar em posição fetal no final de cada episódio simplesmente porque acabou. Muito bom!

Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers)

Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers) Assisti esse filme no feriado, o que torna as coisas meio injustas pra ele: um dia antes eu tinha assistido Os Vingadores no cinema e é praticamente impossível achar qualquer filme um espetáculo depois disso.

Mas a questão é que Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers, 2011) tem sua dose de vergonha alheia, sabe como? Me lembra muito o que tentaram fazer com Sherlock Holmes: pegar uma história mais clássica e rechear com ação e porrada pra vender mais ingresso. Não é ruim, mas também não é óóó que filmaço mudou a minha vida.

Falando em vender ingresso, se eu bem me lembro não assisti esse filme no cinema porque ele só chegou na minha cidade em cópias dubladas, então eu me recusei a pagar pra assistir. Queria agradecer publicamente a todos os envolvidos, porque o filme realmente não vale sair de casa nem pagar o ingresso, mas pra um feriado embaixo do cobertor quentinho comendo pipoca foi bem ok.

Diferente de Quem? (Diverso da Chi?)

Diferente de Quem? (Diverso da Chi?) Fica muito mais fácil estudar italiano quando se tem comédias românticas legais pra ajudar no processo, certo?

Diferente de Quem? (Diverso da Chi?, 2009) é uma comédia romântica muito gracinha. Piero é um político gay e bem casado que acaba virando candidado a prefeito de uma cidade conservadora meio por acidente. A candidata a vice é uma mulher rígida e religiosa. Obviamente eles se odeiam, e obviamente eles se apaixonam (o que não é difícil de acontecer já que o Luca Argentero é algo além de lindo, até eu já tava começando a apaixonar). Tudo com um toque do melodrama europeu mas cara (e trilha sonora) de blockbuster americano. Adorei!

Duas tristezas: não ter encontrado a trilha sonora pra download e o filme não ter saído em DVD no Brasil.

A Outra (The Other Boleyn Girl)

A Outra (The Other Boleyn Girl) Um problema sério de não ter memória é que se eu não faço um post assim que eu termino de assistir um filme (às vezes eu faço durante o filme) é que depois de umas semanas eu já esqueci completamente do que se tratava.

A Outra (The Other Boleyn Girl, 2008) é baseado em fatos históricos – tem o Rei, tem uma mina que é empurrada pro Rei pelo tio, tem a irmã dela que é invejosa e dá em cima do Rei (que também não é lá flor que se cheire).

Se tem uma coisa que não entra na minha cabeça (já falei que eu sofro de falta de memória?) é a História. Então não adianta muito querer me explicar que rei é, a que época histórica ele pertence, que eu não vou absorver essa informação né.

O filme é mega longo, mas é bem bonito e a história te prende até o final. Não compraria em DVD (meu parâmetro para definir um puta filmaço) mas eu gostei.

Assista o clipe de Payphone, nova música do Maroon 5

Payphone é o novo single do Maroon 5 e ganhou um vídeo esta semana:

A faixa tem a participação do rapper Wiz Khalifa e é parte do próximo álbum da banda, Overexposed.

Não gostei muito, pra mim o Maroon 5 tem trocentas músicas melhores que essa (e cadê Adam Levine de pele exposta?) Opa, pra quem tava sentindo falta da pele exposta do Adam Levine saiu o clipe oficial, com Adam numa versão herói-sexy-fodão-adorável:

E meu coração ficou até mais quentinho com esse trecho:

If happy ever after did exist
I would still be holding you like this
All those fairy tales are full of shit
One more fucking love song I’ll be sick

Adorável. Mesmo. Pena que depois que vai pras rádios eles cortam justamente a melhor parte.

Via Papelpop.

Conheça todas as faixas de Reza, novo álbum da Rita Lee

Reza novo álbum da Rita Lee Reza é a faixa principal do próximo disco da Rita Lee, de mesmo nome (a faixa inclusive está na trilha sonora de Avenida Brasil). O álbum só deve chegar às lojas no começo do mês que vem, maaas na Amazon dá pra ouvir um trechinho de cada faixa.

Claro que não dá pra tirar uma conclusão do álbum inteiro só por esses pedacinhos, mas eu estava com muito medo dessa história de “disco de inéditas” e de cara Reza já me parece infinitamente melhor que Balacobaco, que deve ser o único álbum da Rita que eu não ouço nem sob tortura.

E por razões óbvias Tutti-Fuditti já é minha música preferida de todos os tempos da última semana xD


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